Valentim Amões Morreu há um ano
Faz hoje (19 de Janeiro) um ano desde que Valentim Amões, empresário natural do Huambo, morreu com outras 12 pessoas, num acidente de aviaçao na serra do Mbave.
Está a ser cumprido um vasto programa de actividades para relembrar o empreendedor. O destaque é a inauguraçao da Avenida Valentim Amões na Cidade do Huambo.
Exposições , cerimonias religiosas ( em Luanda e no Huambo) e uma rumagem ao local do acidente são outras actividades agendandas.
Valentim Amões nasceu no dia 4 de Julho de 1960, na aldeia de Camela, município de Catchiungo, província do Huambo. Filho de Moisés Amões e de Rosa Navio, Valentim Amões deixa viúva Angélica Chitula Amões, com quem se casou, e 24 filhos.
Fez os seus estudos primários no posto escolar do Bongo-Chiumbo, tendo concluído o curso- geral de Comércio na então escola Industrial e Comercial Sarmento Rodrigues, actual escola Ho Chi Min, no Huambo.
Na década de 80, Valentim e o irmão Faustino Amões, criaram a primeira estrutura de negócio no Huambo, a alfaiataria Nambula Tchosi. No Kuando Kubango, Valentim foi destacado como funcionário das Obras Públicas.
O investimento cresceu e constitui as Organizações Wapossoka e Nambula, Lda. Entre as empresas criadas constam o Movimento Rodoviário Nacional, Marinela Comercial e Gira-Globo.
O empresário angolano adquiriu outras empresas como a Tropicana Cip Service, Transtec, Zuid Casa Holandesa e Nova York Social. A sua actividade empresarial teve representações nos Estados Unidos da América, Portugal, Namíbia e África do Sul.
Em 1997 constitui o Grupo Valentim Amões (GVA). Foi um dos impulsionadores da modalidade de Motocross, tendo sido co-fundador da Associação Provincial de Luanda da modalidade. Foi presidente do grupo desportivo 1º de Maio de Benguela e vice-presidente da Associação dos Amigos e Naturais do Sambizanga, Akwa Sambila.



