O director adjunto do Instituto de Investigação Agronómica (IIA), Alberto Sili, disse hoje que, durante este ano, o laboratório de análises de solos, deu alguns passos positivos na sua actividade, a julgar pelos apoios do governo do Huambo.

De acordo com o responsável, este êxito deveu-se ao apoio do governo e dos seus parceiros na recuperação da infra-estrutura e na concepção de reagentes.

Alberto Sili afirmou que o laboratório de solos e plantas, localizado na estação experimental da Chianga, a 12 quilómetros da cidade do Huambo, está a efectuar algumas análises para aferir os métodos, baseados na determinação do pH, fósforo, potássio, magnésio e análise textural.

O laboratório conta com uma força de trabalho composta por três agrónomos, cinco técnicos superiores e dois técnicos básicos, disse.

Acrescentou que o laboratório espera receber, nos próximos dias, outros equipamentos, dos quais constam kits completos para a determinação granulométrica e das constantes de humildade.

“Prevê-se, num futuro breve, que o laboratório esteja funcional, fornecendo informações valiosas relacionadas com a nutrição mineral das plantas, isto é, a diagnose e o estudo dos problemas relacionados com a fertilidade do solo”, acrescentou.

Com este laboratório, o Instituto de Investigação Agronómica pretende realizar análises de rotina de solos e plantas, treinamento em sistemas informatizados de recomendações de adubação aos agricultores e superação técnico-profissional dos técnicos.

Antes da sua paralisação, durante cerca de 12 anos, devido o conflito armado que o paí­s viveu, o laboratório de solos e plantas servia de apoio às aulas práticas das disciplinas de Pedologia I e II, Química Agrí­cola e Fertilidade do Solo da Faculdade de Ciências Agrárias.